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E Book - O Empreendedorismo na Escola

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Gestão do Negócio Empreendedor: ninguém disse que era fácil


O espírito empreendedor envolve ambição, otimismo, intuição, autoconfiança, criatividade e disposição de assumir riscos. Estas são coisas que movem o empreendedor, levam-no a buscar fazer acontecer. Vai que dá… é o que dizem. Aqueles que a isso tudo juntam comprometimento, flexibilidade, resiliência, conhecimento do negócio, disposição para o trabalho, liderança e a capacidade de construir uma rede de relações frequentemente rompem a barreira da infância do negócio e de fato constroem uma empresa, com produtos, serviços, colaboradores, clientes, fornecedores. 

E junto vêm os impostos, folha de pagamento, estoques, duplicatas, contabilidade, cheque especial, empréstimos, juros, aluguel, sindicato, fiscalização, ataques da concorrência, inadimplência, e um monte de outras coisas que nada têm a ver com otimismo, criatividade ou aquelas outras coisas que foram a motivação inicial. Com trabalho e alguma sorte vêm também os lucros.

Muitas vezes, neste momento do negócio, o empreendedor se torna uma espécie de acrobata, em um esforço contínuo de equilibrar todas as demandas da organização. Dar o passo adiante, para se tornar uma empresa madura, com uma perspectiva de ocupar um lugar relevante em seu mercado de atuação e de perenização para além das limitações do próprio empreendedor torna-se agora o principal desafio.
Quatro são os fatores a que a empresa deve dar atenção, em especial neste momento de transição para algo mais significativo: foco nos clientesgestão financeiraformação da equipe de gestão e finalmente, o empreendedor deve ter claro qual é o seu papel na organização nesta nova fase da empresa.

Foco no cliente:  As novas demandas internas da estrutura que surgem na medida em que a empresa cresce podem desviar a atenção do empreendedor do que realmente interessa:  o mundo exterior, onde estão os clientes e o resultado. Muitas vezes também o auto encantamento com a tecnologia provoca o risco da empresa e o empreendedor voltarem-se para o próprio umbigo.

Gestão financeira: As empresas em crescimento não quebram por falta de vendas ou mesmo de lucros, quebram por falta de caixa. Uma empresa que cresce muitas vezes consome caixa, em estoques e contas a receber, além da necessidade de investir para adequar-se a um nível maior de demanda. É imprescindível que o empreendedor fique muito atento ao caixa e profissionalize a gestão da função financeira.

Formação da equipe de gestão: Ninguém faz nada sozinho e o empreendedor nesta fase já deve compartilhar as decisões com uma equipe que ofereça à organização as competências necessárias. É necessário identificar os processos críticos da companhia e ter gente competente, comprometida e com o “empowerment”, a autoridade e a liberdade de gerenciar estes processos.

Estabelecer o próprio papel: Com o crescimento da companhia, o empreendedor deve fazer uma autoanálise e avaliar onde estaria a sua maior contribuição: será  no desenvolvimento de produtos, nas relações com o mercado, na formação dos líderes, na divulgação da cultura ou em outro aspecto?  Perguntar-se do que o negócio precisa e em que o empreendedor é distintamente bom é o caminho para estabelecer o próprio papel.

Durante todo o processo de crescimento da empresa, o empreendedor deve constantemente trabalhar no próprio desenvolvimento, caso contrário ele mesmo será o principal ofensor a este crescimento. Isto se consegue através de leituras, cursos e treinamento, claro, mas também através de aconselhamento externo, por parte de gente que tenha condição de fazer uma análise crítica do empreendedor e do negócio. Nas palavras de Peter Drucker: “Alguém que não faça parte do problema é que tem que fazer as perguntas, rever as decisões e, acima de tudo, pressionar constantemente para que as necessidades de sobrevivência a longo prazo do novo empreendimento sejam satisfeitas para introduzir foco no mercado, fornecer previsões financeiras  e criar uma equipe funcional de alta administração”. A formação de um conselho consultivo ou administrativo bem balanceado pode prover estas necessidades e fornecer esta visão.[Fonte: Yahoo]

terça-feira, 4 de novembro de 2014

15 Cursos Online que Todo Empreendedor Precisa Conhecer


Identificar uma oportunidade e tirar do papel uma boa ideia não garantem o sucesso de uma empresa. Muitos empreendedores já se depararam com essa realidade, e afirmam: é ainda mais desafiador saber operar e gerir o negócio e, para isso, buscar conhecimento é essencial e deve ser uma preocupação constante.

Pensando no desafio de capacitação que os empreendedores brasileiros enfrentam, produzimos em formato de vídeo-aula uma série de cursos rápidos e práticos. O “Endeavor A Distância” foi lançado em 2013 e acaba de completar 15 cursos, que reúnem as mentes mais brilhantes do empreendedorismo. Dentre eles, Maurício Vergani, Sandra Betti e Romero Rodrigues, que compartilham seus aprendizados nos mais diversos temas de interesse do empreendedor. Confira:


Para celebrar a marca, a organização lançou um vídeo que apresenta a iniciativa (assista abaixo), e reuniu seus 15 EADs que ensinam empreendedores a irem muito mais longe, oferecendo gratuitamente um deles, sobre “Como Escalar e Inovar em Seu Negócio”.

O “Endeavor A Distância” já soma cerca de 80 horas de conteúdo prático, que impactaram mais de 10.000 alunos. E o compromisso com o preparo e a evolução do empreendedor é afirmado com a avaliação que acontece no fim de cada curso: depois de aprovado, o aluno recebe uma certificação. [Fonte: Yahoo] Artigo originalmente publicado no Portal Endeavor.
 
 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Seis ferramentas para planejamento e gestão de vendas



Todo empreendedor, no começo do negócio, consegue gerenciar a venda de seu produto ou serviço de uma forma quase que manual - bem como o relacionamento com o cliente e potencial cliente. No entanto, ele deseja aumentar seu alcance. A clientela cresce e, finalmente, ele passa a ter um bom problema: como planejar e gerir tantas informações - e, o mais importante, não deixar de realizar vendas importantes para seu desenvolvimento? Antigamente, sistemas de gestão de vendas eram caros e complexos. Hoje existem softwares online muito mais baratos e bem intuitivos para fazer este trabalho. Confira seis deles abaixo:

Criado na Estônia e adorado pelas startups do Vale do Silício, mas com site e suporte também em português. O Pipedrive gerencia o seu pipeline de vendas através de uma interface simples e intuitiva.
Preço: US$ 9 por usuário/mês.

2. Agendor
Software nativo brasileiro, que oferece ferramentas para um controle comercial de equipes de venda. Com relatórios gerenciais detalhados e ótima usabilidade.
Preço: gratuito para 2 usuários.

Líder de mercado, o Salesforce foi a primeira solução na nuvem para gestão de vendas e hoje conta com mais de 100 mil empresas clientes. Com o tempo, se tornou uma ferramenta incrivelmente completa mas, infelizmente, um pouco complexa! Com site e atendimento em português.
Preço: US$ 25 pela solução de vendas e marketing básicos para até 5 usuários/mês.

A plataforma SugarCRM oferece automação em marketing, vendas e suporte. É uma solução elegante e abrangente, mas só é viável para empresas de médio e grande porte.
Preço: US$ 35 por usuário/mês cobrados anualmente (mínimo de US$ 4.200/ano).

Fundada na Índia há quase 20 anos, a empresa ganhou o mundo com uma série de softwares bons e relativamente baratos. Traz uma visão completa do ciclo de venda e pipeline. Vale experimentar.
Preço: grátis para 3 usuários do software de CRM.

Promete trazer inteligência a gestão de relacionamentos, “lendo” informações desestruturadas nos seus e-mails e interações em redes sociais. A proposta é muito bacana e encanta investidores. Não por acaso, a Salesforce acabou de comprar a empresa!
Preço: US$ 49 por usuário/mês cobrados anualmente.

Mas, nem só de CRM vive a área de vendas, certo?
Então aqui seguem mais algumas dicas de ferramentas complementares superinteressantes. E grátis!

Ele faz tracking dos seus e-mails e avisa sempre que alguém abrir um e-mail que você enviou. Ideal para ligar pro cliente bem na hora que ele está lendo a sua proposta!!!
Grátis para até 200 notificações por mês.

É um plug-in do Gmail que mostra na barra lateral o perfil do contato já com acesso a suas redes sociais etc. Fica fácil entender com quem você está falando e o contexto geral dessa pessoa.
Grátis.

Outro plug-in do Gmail, mas esse para agendar o envio de e-mails. Nas versões pagas ele faz também tracking de abertura e até integração com CRM.
Grátis para agendamento.

Precisa de um motivo pra entrar em contato com alguém? O Newsle te avisa sempre que algum contato seu do LinkedIn, Facebook ou Gmail estiver na mídia. Funciona!
Grátis.


Antonio Carlos Soares é co-fundador do Runrun.it e trabalha há mais de 20 anos na gestão de empresas de alto crescimento.[Fonte: Yahoo]

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Quatro dicas para criar um negócio de alto impacto



Descubra as 4 dicas essenciais para você empreendedor que quer abrir um negócio de alto impacto. No artigo anterior, falamos sobre como o empreendedor que sonha grande é a primeira peça para se criar um negócio de alto impacto. A segunda peça é encontrar um mercado grande o suficiente para caber uma empresa do tamanho desse sonho.



Costumamos usar a máxima: “o empreendedor ganha da concorrência, mas o mercado ganha do empreendedor”. Isso acontece porque mesmo que o empreendedor inove e execute muito bem; ele está limitado ao universo de pessoas ou organizações dispostas a comprar o seu produto ou serviço.
Dificilmente ele terá uma empresa grande se o potencial de mercado for de 100 milhões de reais, por exemplo. Isso, partindo do pressuposto de que se quer construir uma grande empresa. Veja algumas dicas para criar um negócio de alto impacto.



2. Pesquise sobre o mercado
Outra forma de compreender o tamanho do mercado é descobrir se já existem empresas que oferecem alguma solução para esse mesmo problema. Essa análise é mais fácil em mercados maduros, o de cosméticos, por exemplo, no qual é possível saber o tamanho do mercado pelo tamanho das empresas que atuam nele.

Entre elas, gigantes como a Natura, o Grupo Boticário e a Avon. Esse é um bom indicador de tamanho de mercado, mas também significa que, mesmo antes de começar, você já terá concorrentes fortes. No entanto, se você tiver um bom diferencial e executar bem, existe a oportunidade de abocanhar uma fatia desse mercado.

3. Invista no momento certo
Tirando alguma grande inovação, é difícil uma empresa sozinha aumentar o potencial de mercado em que ela está. Vamos tomar como exemplo uma empresa que produz jogos para celular.



Há 20 anos, pouquíssimas pessoas tinham aparelhos celulares e o mercado de jogos para celular era um nicho ou até inexistente. Apesar da tendência forte que esse mercado tinha de crescimento, naquela época, se alguém tivesse iniciado um negócio nesse ramo, dificilmente decolaria. Tudo tem a ver com o momento em que você “pega a onda”.

Jorge Paulo Lemann, conselheiro da Endeavor, fez essa analogia uma vez, e nós a usamos até hoje. Se você tenta “pegar a onda” muito no início, você vai remar, remar e, quando chegar o momento certo, você não terá mais a energia que precisa. Se você entrar muito tarde, a “onda” passará por cima de você.
O mesmo se aplica aos negócios. Quem vislumbra um mercado emergente e entra muito cedo, provavelmente vai investir os recursos antes do tempo e não ter retorno. Quem entra muito tarde, deixa de aproveitar todo o potencial da oportunidade.

4. Converse com potenciais clientes
Um bom caso de empreendedores que observaram um grande mercado e decidiram empreender é o do Fabio e do Alencar, fundadores da Gera. Eles trabalhavam na Natura e perceberam que havia um desafio na gestão de consultoras de vendas porta-a-porta. Logo, eles se deram conta de que o problema era comum a todas as empresas que têm uma força de vendas semelhante.

Decidiram sair de seus empregos para criar uma solução para esse problema: um software online para gestão de vendas diretas. Na época, para tentar estimar o tamanho do mercado eles fizeram as seguintes perguntas: quantas empresas atuam com venda direta? Dentro delas, existem quantos vendedores? Quanto a ineficiência dessa gestão custa para essas empresas? Quanto é possível cobrar por um serviço que faça a gestão desses vendedores?

O melhor jeito para começar a busca por essas respostas é conversar com potenciais clientes, pessoas que conheçam muito o mercado e estudar dados e pesquisas já feitas e, muitas vezes, disponíveis na internet. O importante é ter, pelo menos, uma estimativa para saber se vale a pena investir o seu tempo e dinheiro naquele mercado ou não. E se o mercado tiver potencial, é botar pra fazer! Boa sorte. [Fonte: Arthur Valadão é gerente de Busca e Seleção de Empreendedores da Endeavor Brasil - Conheça a Endeavor]


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Portal do Empreendedor: Universalização é aprovada pelo Senado


A partir do próximo ano, o único critério que será adotado para os pequenos negócios aderirem ao Supersimples será o teto anual de faturamento de R$ 3,6 milhões. O Senado aprovou nessa quarta-feira (16/07/14), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº 60 de 2014 que universaliza o Supersimples – sistema de tributação diferenciado para as micro e pequenas empresas, que unifica oito impostos em um único boleto e reduz, em média, em 40% a carga tributária. Agora, o projeto seguirá para análise da Presidência da República, que tem até 15 dias para sancionar a proposta.

“Essa foi mais uma vitória que obtivemos em prol das micro e pequenas empresas. Com essa aprovação, mais de 140 atividades que hoje estão enquadradas no regime de lucro presumido passarão a ter o direito a aderir ao Supersimples. Isso significa 450 mil pequenos negócios contemplados”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Dentre os beneficiados estão profissionais da saúde, fonoaudiólogos, jornalistas, advogados, corretores de imóveis e de seguros, entre outros. Para que essa mudança pudesse acontecer, foi criada uma nova tabela para o setor de Serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. As novas regras começam a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2015.

“O Senado seguiu a Câmara e votou por unanimidade a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Essa é a vitória da mobilização. Foi um lindo trabalho de engenharia política, pois uniu os contrários. O Brasil precisa de mais projetos como este. Agora, aguardamos a sanção”, afirmou o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.

A proposta também disciplina a substituição tributária para os pequenos negócios, isentando algumas atividades ficarão fora da cobrança. Atualmente, as secretarias da Fazenda dos estados se utilizam desse mecanismo de arrecadação para cobrar antecipadamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos produtos adquiridos pelos empreendedores. Isso significa que o empresário paga esse tributo antes mesmo de saber se venderá as mercadorias.

“Dessa maneira, as empresas ficam sem capital de giro e correm o risco de quebrar ou de serem empurradas para a informalidade. Esse é um mecanismo que se banalizou para todas as categorias. Queremos que esse instrumento seja usado apenas para as empresas de maior porte”, ressalta o presidente do Sebrae.

Dentre os beneficiados pelo fim da Substituição Tributária estão os pequenos negócios dos segmentos de vestuário e confecções, móveis, couro e calçados, brinquedos, decoração, cama e mesa, produtos óticos, implementos agrícolas, instrumentos musicais, artigos esportivos, alimentos, papelaria, materiais de construção, olarias e bebidas não alcoólicas.

Outra vantagem do Projeto de Lei é a desburocratização, que possibilitará um menor tempo de abertura e fechamento das empresas e a criação de salas do empreendedor nas prefeituras, que serão a entrada única de documentos. Além disso, o projeto também protege o Microempreendedor Individual (MEI), categoria que fatura por ano até R$ 60 mil, de cobranças indevidas realizadas por conselhos de classe, por exemplo, e ainda veda a alteração do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de residencial para comercial.

O Supersimples surgiu com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, aprovada em 2006, e entrou em vigor em julho de 2007. Desde sua criação, cerca de 9 milhões de empresas aderiram a esse sistema de tributação e pagaram, até junho deste ano, mais de R$ 267 bilhões em contribuições para os cofres públicos. Essa é a quinta mudança realizada na Lei Geral. [Fonte: Portal do Empreendedor]

terça-feira, 24 de junho de 2014

Oito mitos e verdades sobre o empreendedorismo no Brasil



Quinze anos atrás, a palavra empreendedorismo não estava nem no dicionário. Hoje, deixou de ser uma novidade, com a mídia, universidades e até o governo se posicionando sobre o assunto. Mas ainda há diversas dúvidas e muita coisa para melhorar no ambiente de negócios brasileiro! Por isso, selecionamos alguns mitos e verdades para você entender mais sobre o empreendedorismo no país:

1. O brasileiro sonha em empreender, mas isso não é tudo
Verdade! A Endeavor perguntou aos brasileiros se prefeririam ser empreendedores ou funcionários: 76% deles sonham em ser donos do próprio negocio, a segunda maior taxa do mundo – atrás da Turquia (82%) e muito à frente dos Estados Unidos (51%) e União Europeia (37%), por exemplo. Mas vontade não é tudo, e na falta de ação o brasileiro perde muito do seu potencial, com só 19% dizendo que pretende empreender nos próximos cinco anos, atrás dos Estados Unidos, com 20%.

2. Abrir uma empresa em qualquer cidade do Brasil é demorado demais
Mito! De fato, em muitas cidades se demora muito para abrir uma empresa, às vezes passando dos 100 dias para obter o registro completo, como em São Paulo. Mas há, sim, lugares onde se pode abrir uma empresa em menos de uma semana, como Brasília, Belo Horizonte e São José dos Campos. Como nada acontece por acaso, essas cidades criaram grandes projetos para melhorar a vida das startups locais; curioso? Saiba mais sobre essa história aqui.

3. Falta dinheiro para as empresas e os empreendedores
Mito! Em um ranking do Fórum Econômico Mundial com 148 países, o Brasil ficou na 30ª colocação quando o assunto é disponibilidade de capital para investir em empresas, bastante acima da média mundial. Mas muitos empreendedores reclamam que esse é o maior obstáculo, e eles não estão tão enganados: apesar de existir, o dinheiro de investimento muitas vezes é difícil de acessar: o país está na 64ª colocação do mesmo ranking internacional, muito abaixo na média. Ou seja, o problema não é a falta de dinheiro, mas o que os empreendedores precisam para acessá-lo, como apresentar muitas garantias e o pagamento de juros altos.

4. Pagar impostos é coisa para super-herói
Verdade! Aqui, não estamos nem falando da carga tributária (que também é alta), mas da complexidade burocrática que o empreendedor precisa cumprir para estar com tudo em dia. De acordo com o Banco Mundial, são necessárias mais de 2.600 horas para pagar impostos no Brasil, de longe a taxa mais alta do mundo. E a explicação é simples: de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) são mais de 11.500 normas tributárias por ano. Só um super-herói consegue ficar por dentro de tantas mudanças na lei!

5. O Simples poderia ser ainda mais simples
Verdade! O Simples, um sistema de pagamento de impostos facilitado para micro e pequenas empresas, é um marco na história do empreendedorismo no Brasil, com muitas conquistas para comemorar. Mas podia ser ainda melhor! Hoje, nem todos os setores, especialmente os prestadores de serviços, podem ser incluídos no sistema. Além disso, mesmo que o Simples reúna oito impostos em um único pagamento, ainda são necessárias obrigações assessórias individuais, aumentando a complexidade do sistema. A boa notícia é que o Governo Federal, em conjunto com esferas nacionais, já tem propostas de melhorias bem encaminhadas.

6. Poucas empresas brasileiras crescem de verdade
Verdade! O Brasil tem mais de 4,5 milhões de empresas. Mas, dessas, apenas 34.000 (ou 0,7% do total) crescem mais de 20% ao ano, por pelo menos três anos. E elas têm um impacto gigante na economia: em 2011, foram responsáveis por gerar 48,5% dos novos empregos e mais de 10% do valor agregado ao PIB (fonte: Endeavor/IBGE). Imaginem o impacto se tivéssemos 100.000 empresas de alto crescimento no Brasil? Há muitas razões para ainda não alcançarmos esse número, como a falta de preparo dos brasileiros para empreender e a complexidade tributária que o crescimento traz (e que falamos com mais profundidade aqui).

7. As empresas brasileiras são muito inovadoras
Mito! Apenas 11% dos empreendedores brasileiros iniciantes dizem que o produto ou serviço que oferecem é inovador, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM). É uma das piores taxas do mundo, junto com Bangladesh e Trinidad e Tobago! Um dos problemas é o mercado brasileiro ter restrições às importações, o que deixam empreendedores “confortáveis” (mostramos mais neste artigo*), mas eles também precisam ter sonhos maiores: só 10% dos empreendedores planejam contratar mais de cinco pessoas cinco anos depois de iniciar o negócio. Na Turquia, são 59%; no Chile, 36%; nos Estados Unidos, 30%.

8. O empreendedor brasileiro tem muitas opções para se capacitar
Verdade! Três dos quatro maiores problemas do empreendedor brasileiro estão ligados à falta de conhecimento. Mas a falta de apoio para o empreendedor se capacitar não pode ser uma desculpa! Pode melhorar muito (especialmente a qualidade), é claro, mas organizações como Sebrae, Endeavor, aceleradoras e as próprias universidades têm diversos programas que incentivam empreendedores e potenciais empreendedores. 

Quanto mais informação e conteúdo o brasileiro tiver sobre o ambiente empreendedor do país, mais ele poderá cobrar por melhorias! E você, concorda com esses pontos? Tem outras dúvidas? Deixe seu comentário abaixo! [Fonte: Yahoo - Por João Melhado, da equipe de Pesquisa e Mobilização da Endeavor - Conheça a Endevor]

quarta-feira, 11 de junho de 2014

11 coisas que você nunca deve dizer no trabalho

Tudo o que você diz sobre as coisas interfere na imagem que as pessoas fazem de você, independente se é um comentário no horário de almoço ou a exposição de uma ideia na reunião.
Por causa disso, é preciso tomar cuidado com o que se fala em um ambiente de trabalho. Confira 11 frases listadas pelo site Bussiness Insider que nunca devem ser ditas:
1- "Será que isso faz sentido?” 
Quando um colega propõe uma ideia, ao invés de questionar a proposta da pessoa com ar de desprezo, pergunte o que ela pensa sobre o assunto, explica a coach Tara Sophia Mohr.

2- “Isso não é justo” 
Reclamar dizendo que algo é uma injustiça não vai mudar a situação. De acordo com o autora do livro “Well Said! Presentation and Conversations That Get Results”, Darlene Price, o ideal é estruturar o seu argumento e debater para obter resultados.

3- “Eu não tive tempo” 
Na maioria das vezes, essa frase não passa de uma mentira, pois se você não fez a tarefa, você provavelmente se esqueceu dela. A dica é se organizar para deixar todas as atividades em dia.

4- “Apenas” ou "Só" 
Adicionar "apenas" ou "só" como palavras de enchimento em frases, como dizer "Eu só quero verificar se..." ou "Eu só acho que..." pode parecer inofensivo, mas prejudica o que você está dizendo. Tara explica que essas palavras dão a entender que o orador está na defensiva, sem elas, você vai falar com mais autoridade.

5- “Mas eu mandei um e-mail há uma semana” 
Se alguém não te responde algo, é seu trabalho ir atrás da resposta. É bem melhor ser proativo ao se comunicar do que deixar outra pessoa assumir a culpa.

6- "Eu odeio..." ou "É tão chato quando...” 
Insultos não têm lugar no escritório, especialmente quando dirigida a uma pessoa específica ou a prática da empresa. Esse tipo de linguagem parece infantil.

7- "Isso não é da minha responsabilidade” 
Mesmo que uma tarefa não seja seu dever específico, fazer outras tarefas que estejam ao seu alcance mostra que você é uma pessoa que sabe trabalhar em equipe e está dedicada à empresa.

8- "Você deveria ter...” 
Darlene afirma que essa frase sugere que o orador está apontando os defeitos do outro e provocando um sentimento de culpa. Ao invés disso, ela sugere uma abordagem mais positiva, como “No futuro, eu recomendo...”.

9- "Posso estar errado, mas...” 
Essa expressão reduz, imediatamente, o impacto de tudo que você está prestes a dizer, ou seja, isso diminui o significado da sua contribuição.

10- "Desculpe, mas...” 
Isto implica que você está sendo automaticamente irritante. "Não se desculpe por ocupar espaço, ou por ter algo a dizer", diz Tara. 

11- "Na verdade..."
Começar uma frase com a expressão “na verdade” coloca distância entre você e o ouvinte por insinuar que ele estava, de alguma forma, errado. [Fonte: yahoo]

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Como os profissionais promissores podem sabotar suas carreiras

Nem mesmo aquelas pessoas consideradas promissoras e inteligentes estão acima de cometer erros em sua vida profissional. De uma forma diferente, elas pecam, muitas vezes, por superestimar seus pontos fortes e acabam sabotando as próprias oportunidades.
Uma reportagem do "Business Insider" mostrou como esse grupo pode minar suas chances profissionais sem perceber:
1. Elas gastam muito mais tempo pensando do que fazendo
“Pesquisas e planejamento são necessários com moderação, mas podem passar uma ilusão perigosa de progresso”, disse um empresário do Vale do Silício, Chris Yeh. Segundo Chris, a maioria das pessoas inteligentes é também perfeccionista e pode ser pega neste tipo de procrastinação aparentemente produtiva. “Ela vê defeitos em detalhes em vez de acertá-los na prática.”

2. Elas seguem a tendência (e não sua paixão)
Andrew Yang, um dos diretores do Ventury For America, instituição de ensino de empreendedorismo, tem percebido entre os jovens que há uma tendência de seguir as indústrias do momento, como a de tecnologia, em vez de seguir suas paixões. Isso porque eles são mais lógicos que emocionais - e esquecem que a satisfação é uma emoção necessária na vida profissional.

3. Elas param de tentar
As pessoas que cresceram profissionalmente por sua capacidade de pensar, muitas vezes, se tornam preguiçosas. “Elas não conseguem exercitar seus talentos naturais e, eventualmente, ficam para trás dos outros que, embora pareçam menos talentosos, eles persistiram até alcançar a perfeição”, disse o empresário Lee Semels ao site.

4. Elas subestimam habilidades sociais
Algumas pessoas inteligentes não percebem que o intelecto é apenas um elemento para alcançar o sucesso e que o bom networking é um pré-requisito no mundo corporativo. “Elas nunca tentam melhorar suas habilidades sociais ou aprendem a se auto-promover e até denigrem pessoas que se destacam nessa área.”

5. Elas sempre têm a razão
Ego e inteligência é uma combinação traiçoeira. Por se acharem mais inteligentes que a média, acreditam que estão sempre com a razão e acabam parecendo arrogantes. 

6. Elas equiparam educação com inteligência
Segundo a socióloga Liz Pullen, o diploma universitário influencia no julgamento do quanto uma pessoa é inteligente, inclusive entre as pessoas que estudaram em instituições renomadas. “Mas há inúmeros casos de pessoas que não se formaram academicamente, mas são mais qualificados por sua experiência no mundo real.” [Fonte: Yahoo]

terça-feira, 29 de abril de 2014

9 situações para usar a inteligência emocional a seu favor

Executivos conversando: influenciar e engajar pessoas são duas ações próprias de profissionais emocionalmente inteligentes
Atenção aos nervosinhos e ansiosos de plantão: a maneira como você lida com as emoções pode estar interferindo (muito negativamente) na sua vida profissional.
“A emoção é a base da decisão e da nossa reação ao futuro”, diz o psicólogo português Fernando Rodrigues que, em maio, participará do Neurobusiness Expo Forum, em São Paulo.
Ou seja, se a suas emoções não têm poder para determinar os solavancos do mercado de trabalho, elas tem capacidade de comandar as suas reações diante de adversidades, conflitos, negociações e decisões importantes na carreira.
Saber controlá-las, portanto, já é um grande passo para atingir o êxito profissional, segundo os especialistas. Mas como isso é possível? Confira como as pessoas de sucesso usam a inteligência emocional a seu favor no dia a dia de trabalho:
1 Para ter consciência de habilidades e pontos fortes e fracos
O autoconhecimento é um dos pilares da inteligência emocional. Carlos Aldan, especialista no assunto e CEO do Grupo Kronberg, diz que pessoas de sucesso (e emocionalmente inteligentes) têm consciência de suas habilidades, pontos fortes e fracos. “E se concentram nos fortes”, diz.
Além disso, percebem como os seus padrões emocionais afetam sua forma de pensar e de se comportar e também as pessoas a sua volta.
2 Para ser mais eficiente
Aldan aponta ainda a relação entre inteligência emocional e resultados financeiros. Segundo o especialista, por se conhecer e se focar em seus pontos fortes, tais pessoas tendem a ser mais eficazes, geram mais resultados e conseguem atingir as metas propostas. 
3 Para se conectar com pessoas
Criar (e gerir) relacionamentos profissionais duradouros exige ajustes constantes. Pessoas de sucesso geralmente sabem disso, segundo Aldan. “Elas desenvolvem empatia”, explica.
4 Para ter poder de influência
Influenciar e engajar pessoas são duas ações próprias de profissionais emocionalmente inteligentes. Segundo Aldan, eles atuam de forma colaborativa e, assim, conseguem motivar colegas, chefes e subordinados.
5 Para entender que nenhuma situação ruim é eterna
Perceber que uma crise é temporária é essencial para atravessar uma fase desagradável sem surtar. Quem é emocionalmente inteligente tem esta postura mais otimista face às adversidades, segundo Aldan.
 6 Para não deixar que crises extrapolem a outros domínios da vida
Quantas vezes um péssimo dia no trabalho afetou negativamente a sua noite em casa? Deixar que a crise na empresa reverbere na sua vida pessoal só vai aumentar o campo de frustração.
“Pessoas emocionalmente inteligentes não deixam que crises extrapolem para outros domínios da sua vida”, diz Aldan.
7 Para dar um novo significado ao imutável
Agir para mudar o que é passível de ser alterado e ressignificar o imutável são dois comportamentos que revelam “sofisticação” emocional. 
“Não posso mudar e melhorar o trânsito de São Paulo, mas posso mudar minha atitude em relação ao tempo em que passo nele”, explica Aldan.
Em vez de passar uma hora irritado com o congestionamento, ele prefere usar o tempo para fazer ligações e ler livros, por exemplo. “É a mesma hora, mas minha perspectiva sobre ela mudou”, diz.
8 Para criar mecanismos que alterem estados mentais
“O grande desafio é entender que não existe razão sem emoção”, diz Fernando Rodrigues. Este é o “pulo do gato” para usar a gestão emocional a seu favor.
Na maior parte das vezes, diz ele, surgem justificativas cognitivas posteriores para as decisões tomadas sob influência de emoções. “Você racionaliza depois e justifica a ação”, concorda Aldan.
O especialista afirma que é preciso antecipar esta lógica. Uma medida para isso é, por exemplo, "procrastinar" a ação. Se o impulso é uma resposta atravessada, você se acalma antes de falar. Se está no trajeto para um dia difícil no trabalho, ouvir a música preferida pode dar uma dose extra de energia e motivação. E por aí vai. 
“Podemos criar mecanismos pessoais de apoio a decisões, como passar de estados de medo para estados de calma, passar de ansiedade para autocontrole, passar de estados de raiva para estados de empatia”, diz.
9 Para observar emoções alheias e ajustar suas atitudes
Entender as emoções dos outros e ajustar a sua reação a elas é também domínio da gestão emocional, diz Fernando Rodrigues.
“Saber observar as expressões emocionais de outras pessoas pode aumentar nossa capacidade de negociação e melhorar a tomada de decisão”, afirma Rodrigues. [Fonte: Info]
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