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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Quatro dicas para criar um negócio de alto impacto



Descubra as 4 dicas essenciais para você empreendedor que quer abrir um negócio de alto impacto. No artigo anterior, falamos sobre como o empreendedor que sonha grande é a primeira peça para se criar um negócio de alto impacto. A segunda peça é encontrar um mercado grande o suficiente para caber uma empresa do tamanho desse sonho.



Costumamos usar a máxima: “o empreendedor ganha da concorrência, mas o mercado ganha do empreendedor”. Isso acontece porque mesmo que o empreendedor inove e execute muito bem; ele está limitado ao universo de pessoas ou organizações dispostas a comprar o seu produto ou serviço.
Dificilmente ele terá uma empresa grande se o potencial de mercado for de 100 milhões de reais, por exemplo. Isso, partindo do pressuposto de que se quer construir uma grande empresa. Veja algumas dicas para criar um negócio de alto impacto.



2. Pesquise sobre o mercado
Outra forma de compreender o tamanho do mercado é descobrir se já existem empresas que oferecem alguma solução para esse mesmo problema. Essa análise é mais fácil em mercados maduros, o de cosméticos, por exemplo, no qual é possível saber o tamanho do mercado pelo tamanho das empresas que atuam nele.

Entre elas, gigantes como a Natura, o Grupo Boticário e a Avon. Esse é um bom indicador de tamanho de mercado, mas também significa que, mesmo antes de começar, você já terá concorrentes fortes. No entanto, se você tiver um bom diferencial e executar bem, existe a oportunidade de abocanhar uma fatia desse mercado.

3. Invista no momento certo
Tirando alguma grande inovação, é difícil uma empresa sozinha aumentar o potencial de mercado em que ela está. Vamos tomar como exemplo uma empresa que produz jogos para celular.



Há 20 anos, pouquíssimas pessoas tinham aparelhos celulares e o mercado de jogos para celular era um nicho ou até inexistente. Apesar da tendência forte que esse mercado tinha de crescimento, naquela época, se alguém tivesse iniciado um negócio nesse ramo, dificilmente decolaria. Tudo tem a ver com o momento em que você “pega a onda”.

Jorge Paulo Lemann, conselheiro da Endeavor, fez essa analogia uma vez, e nós a usamos até hoje. Se você tenta “pegar a onda” muito no início, você vai remar, remar e, quando chegar o momento certo, você não terá mais a energia que precisa. Se você entrar muito tarde, a “onda” passará por cima de você.
O mesmo se aplica aos negócios. Quem vislumbra um mercado emergente e entra muito cedo, provavelmente vai investir os recursos antes do tempo e não ter retorno. Quem entra muito tarde, deixa de aproveitar todo o potencial da oportunidade.

4. Converse com potenciais clientes
Um bom caso de empreendedores que observaram um grande mercado e decidiram empreender é o do Fabio e do Alencar, fundadores da Gera. Eles trabalhavam na Natura e perceberam que havia um desafio na gestão de consultoras de vendas porta-a-porta. Logo, eles se deram conta de que o problema era comum a todas as empresas que têm uma força de vendas semelhante.

Decidiram sair de seus empregos para criar uma solução para esse problema: um software online para gestão de vendas diretas. Na época, para tentar estimar o tamanho do mercado eles fizeram as seguintes perguntas: quantas empresas atuam com venda direta? Dentro delas, existem quantos vendedores? Quanto a ineficiência dessa gestão custa para essas empresas? Quanto é possível cobrar por um serviço que faça a gestão desses vendedores?

O melhor jeito para começar a busca por essas respostas é conversar com potenciais clientes, pessoas que conheçam muito o mercado e estudar dados e pesquisas já feitas e, muitas vezes, disponíveis na internet. O importante é ter, pelo menos, uma estimativa para saber se vale a pena investir o seu tempo e dinheiro naquele mercado ou não. E se o mercado tiver potencial, é botar pra fazer! Boa sorte. [Fonte: Arthur Valadão é gerente de Busca e Seleção de Empreendedores da Endeavor Brasil - Conheça a Endeavor]


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Portal do Empreendedor: Universalização é aprovada pelo Senado


A partir do próximo ano, o único critério que será adotado para os pequenos negócios aderirem ao Supersimples será o teto anual de faturamento de R$ 3,6 milhões. O Senado aprovou nessa quarta-feira (16/07/14), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº 60 de 2014 que universaliza o Supersimples – sistema de tributação diferenciado para as micro e pequenas empresas, que unifica oito impostos em um único boleto e reduz, em média, em 40% a carga tributária. Agora, o projeto seguirá para análise da Presidência da República, que tem até 15 dias para sancionar a proposta.

“Essa foi mais uma vitória que obtivemos em prol das micro e pequenas empresas. Com essa aprovação, mais de 140 atividades que hoje estão enquadradas no regime de lucro presumido passarão a ter o direito a aderir ao Supersimples. Isso significa 450 mil pequenos negócios contemplados”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Dentre os beneficiados estão profissionais da saúde, fonoaudiólogos, jornalistas, advogados, corretores de imóveis e de seguros, entre outros. Para que essa mudança pudesse acontecer, foi criada uma nova tabela para o setor de Serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%. As novas regras começam a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2015.

“O Senado seguiu a Câmara e votou por unanimidade a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Essa é a vitória da mobilização. Foi um lindo trabalho de engenharia política, pois uniu os contrários. O Brasil precisa de mais projetos como este. Agora, aguardamos a sanção”, afirmou o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.

A proposta também disciplina a substituição tributária para os pequenos negócios, isentando algumas atividades ficarão fora da cobrança. Atualmente, as secretarias da Fazenda dos estados se utilizam desse mecanismo de arrecadação para cobrar antecipadamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos produtos adquiridos pelos empreendedores. Isso significa que o empresário paga esse tributo antes mesmo de saber se venderá as mercadorias.

“Dessa maneira, as empresas ficam sem capital de giro e correm o risco de quebrar ou de serem empurradas para a informalidade. Esse é um mecanismo que se banalizou para todas as categorias. Queremos que esse instrumento seja usado apenas para as empresas de maior porte”, ressalta o presidente do Sebrae.

Dentre os beneficiados pelo fim da Substituição Tributária estão os pequenos negócios dos segmentos de vestuário e confecções, móveis, couro e calçados, brinquedos, decoração, cama e mesa, produtos óticos, implementos agrícolas, instrumentos musicais, artigos esportivos, alimentos, papelaria, materiais de construção, olarias e bebidas não alcoólicas.

Outra vantagem do Projeto de Lei é a desburocratização, que possibilitará um menor tempo de abertura e fechamento das empresas e a criação de salas do empreendedor nas prefeituras, que serão a entrada única de documentos. Além disso, o projeto também protege o Microempreendedor Individual (MEI), categoria que fatura por ano até R$ 60 mil, de cobranças indevidas realizadas por conselhos de classe, por exemplo, e ainda veda a alteração do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de residencial para comercial.

O Supersimples surgiu com a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, aprovada em 2006, e entrou em vigor em julho de 2007. Desde sua criação, cerca de 9 milhões de empresas aderiram a esse sistema de tributação e pagaram, até junho deste ano, mais de R$ 267 bilhões em contribuições para os cofres públicos. Essa é a quinta mudança realizada na Lei Geral. [Fonte: Portal do Empreendedor]

terça-feira, 24 de junho de 2014

Oito mitos e verdades sobre o empreendedorismo no Brasil



Quinze anos atrás, a palavra empreendedorismo não estava nem no dicionário. Hoje, deixou de ser uma novidade, com a mídia, universidades e até o governo se posicionando sobre o assunto. Mas ainda há diversas dúvidas e muita coisa para melhorar no ambiente de negócios brasileiro! Por isso, selecionamos alguns mitos e verdades para você entender mais sobre o empreendedorismo no país:

1. O brasileiro sonha em empreender, mas isso não é tudo
Verdade! A Endeavor perguntou aos brasileiros se prefeririam ser empreendedores ou funcionários: 76% deles sonham em ser donos do próprio negocio, a segunda maior taxa do mundo – atrás da Turquia (82%) e muito à frente dos Estados Unidos (51%) e União Europeia (37%), por exemplo. Mas vontade não é tudo, e na falta de ação o brasileiro perde muito do seu potencial, com só 19% dizendo que pretende empreender nos próximos cinco anos, atrás dos Estados Unidos, com 20%.

2. Abrir uma empresa em qualquer cidade do Brasil é demorado demais
Mito! De fato, em muitas cidades se demora muito para abrir uma empresa, às vezes passando dos 100 dias para obter o registro completo, como em São Paulo. Mas há, sim, lugares onde se pode abrir uma empresa em menos de uma semana, como Brasília, Belo Horizonte e São José dos Campos. Como nada acontece por acaso, essas cidades criaram grandes projetos para melhorar a vida das startups locais; curioso? Saiba mais sobre essa história aqui.

3. Falta dinheiro para as empresas e os empreendedores
Mito! Em um ranking do Fórum Econômico Mundial com 148 países, o Brasil ficou na 30ª colocação quando o assunto é disponibilidade de capital para investir em empresas, bastante acima da média mundial. Mas muitos empreendedores reclamam que esse é o maior obstáculo, e eles não estão tão enganados: apesar de existir, o dinheiro de investimento muitas vezes é difícil de acessar: o país está na 64ª colocação do mesmo ranking internacional, muito abaixo na média. Ou seja, o problema não é a falta de dinheiro, mas o que os empreendedores precisam para acessá-lo, como apresentar muitas garantias e o pagamento de juros altos.

4. Pagar impostos é coisa para super-herói
Verdade! Aqui, não estamos nem falando da carga tributária (que também é alta), mas da complexidade burocrática que o empreendedor precisa cumprir para estar com tudo em dia. De acordo com o Banco Mundial, são necessárias mais de 2.600 horas para pagar impostos no Brasil, de longe a taxa mais alta do mundo. E a explicação é simples: de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) são mais de 11.500 normas tributárias por ano. Só um super-herói consegue ficar por dentro de tantas mudanças na lei!

5. O Simples poderia ser ainda mais simples
Verdade! O Simples, um sistema de pagamento de impostos facilitado para micro e pequenas empresas, é um marco na história do empreendedorismo no Brasil, com muitas conquistas para comemorar. Mas podia ser ainda melhor! Hoje, nem todos os setores, especialmente os prestadores de serviços, podem ser incluídos no sistema. Além disso, mesmo que o Simples reúna oito impostos em um único pagamento, ainda são necessárias obrigações assessórias individuais, aumentando a complexidade do sistema. A boa notícia é que o Governo Federal, em conjunto com esferas nacionais, já tem propostas de melhorias bem encaminhadas.

6. Poucas empresas brasileiras crescem de verdade
Verdade! O Brasil tem mais de 4,5 milhões de empresas. Mas, dessas, apenas 34.000 (ou 0,7% do total) crescem mais de 20% ao ano, por pelo menos três anos. E elas têm um impacto gigante na economia: em 2011, foram responsáveis por gerar 48,5% dos novos empregos e mais de 10% do valor agregado ao PIB (fonte: Endeavor/IBGE). Imaginem o impacto se tivéssemos 100.000 empresas de alto crescimento no Brasil? Há muitas razões para ainda não alcançarmos esse número, como a falta de preparo dos brasileiros para empreender e a complexidade tributária que o crescimento traz (e que falamos com mais profundidade aqui).

7. As empresas brasileiras são muito inovadoras
Mito! Apenas 11% dos empreendedores brasileiros iniciantes dizem que o produto ou serviço que oferecem é inovador, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM). É uma das piores taxas do mundo, junto com Bangladesh e Trinidad e Tobago! Um dos problemas é o mercado brasileiro ter restrições às importações, o que deixam empreendedores “confortáveis” (mostramos mais neste artigo*), mas eles também precisam ter sonhos maiores: só 10% dos empreendedores planejam contratar mais de cinco pessoas cinco anos depois de iniciar o negócio. Na Turquia, são 59%; no Chile, 36%; nos Estados Unidos, 30%.

8. O empreendedor brasileiro tem muitas opções para se capacitar
Verdade! Três dos quatro maiores problemas do empreendedor brasileiro estão ligados à falta de conhecimento. Mas a falta de apoio para o empreendedor se capacitar não pode ser uma desculpa! Pode melhorar muito (especialmente a qualidade), é claro, mas organizações como Sebrae, Endeavor, aceleradoras e as próprias universidades têm diversos programas que incentivam empreendedores e potenciais empreendedores. 

Quanto mais informação e conteúdo o brasileiro tiver sobre o ambiente empreendedor do país, mais ele poderá cobrar por melhorias! E você, concorda com esses pontos? Tem outras dúvidas? Deixe seu comentário abaixo! [Fonte: Yahoo - Por João Melhado, da equipe de Pesquisa e Mobilização da Endeavor - Conheça a Endevor]

quarta-feira, 11 de junho de 2014

11 coisas que você nunca deve dizer no trabalho

Tudo o que você diz sobre as coisas interfere na imagem que as pessoas fazem de você, independente se é um comentário no horário de almoço ou a exposição de uma ideia na reunião.
Por causa disso, é preciso tomar cuidado com o que se fala em um ambiente de trabalho. Confira 11 frases listadas pelo site Bussiness Insider que nunca devem ser ditas:
1- "Será que isso faz sentido?” 
Quando um colega propõe uma ideia, ao invés de questionar a proposta da pessoa com ar de desprezo, pergunte o que ela pensa sobre o assunto, explica a coach Tara Sophia Mohr.

2- “Isso não é justo” 
Reclamar dizendo que algo é uma injustiça não vai mudar a situação. De acordo com o autora do livro “Well Said! Presentation and Conversations That Get Results”, Darlene Price, o ideal é estruturar o seu argumento e debater para obter resultados.

3- “Eu não tive tempo” 
Na maioria das vezes, essa frase não passa de uma mentira, pois se você não fez a tarefa, você provavelmente se esqueceu dela. A dica é se organizar para deixar todas as atividades em dia.

4- “Apenas” ou "Só" 
Adicionar "apenas" ou "só" como palavras de enchimento em frases, como dizer "Eu só quero verificar se..." ou "Eu só acho que..." pode parecer inofensivo, mas prejudica o que você está dizendo. Tara explica que essas palavras dão a entender que o orador está na defensiva, sem elas, você vai falar com mais autoridade.

5- “Mas eu mandei um e-mail há uma semana” 
Se alguém não te responde algo, é seu trabalho ir atrás da resposta. É bem melhor ser proativo ao se comunicar do que deixar outra pessoa assumir a culpa.

6- "Eu odeio..." ou "É tão chato quando...” 
Insultos não têm lugar no escritório, especialmente quando dirigida a uma pessoa específica ou a prática da empresa. Esse tipo de linguagem parece infantil.

7- "Isso não é da minha responsabilidade” 
Mesmo que uma tarefa não seja seu dever específico, fazer outras tarefas que estejam ao seu alcance mostra que você é uma pessoa que sabe trabalhar em equipe e está dedicada à empresa.

8- "Você deveria ter...” 
Darlene afirma que essa frase sugere que o orador está apontando os defeitos do outro e provocando um sentimento de culpa. Ao invés disso, ela sugere uma abordagem mais positiva, como “No futuro, eu recomendo...”.

9- "Posso estar errado, mas...” 
Essa expressão reduz, imediatamente, o impacto de tudo que você está prestes a dizer, ou seja, isso diminui o significado da sua contribuição.

10- "Desculpe, mas...” 
Isto implica que você está sendo automaticamente irritante. "Não se desculpe por ocupar espaço, ou por ter algo a dizer", diz Tara. 

11- "Na verdade..."
Começar uma frase com a expressão “na verdade” coloca distância entre você e o ouvinte por insinuar que ele estava, de alguma forma, errado. [Fonte: yahoo]

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Como os profissionais promissores podem sabotar suas carreiras

Nem mesmo aquelas pessoas consideradas promissoras e inteligentes estão acima de cometer erros em sua vida profissional. De uma forma diferente, elas pecam, muitas vezes, por superestimar seus pontos fortes e acabam sabotando as próprias oportunidades.
Uma reportagem do "Business Insider" mostrou como esse grupo pode minar suas chances profissionais sem perceber:
1. Elas gastam muito mais tempo pensando do que fazendo
“Pesquisas e planejamento são necessários com moderação, mas podem passar uma ilusão perigosa de progresso”, disse um empresário do Vale do Silício, Chris Yeh. Segundo Chris, a maioria das pessoas inteligentes é também perfeccionista e pode ser pega neste tipo de procrastinação aparentemente produtiva. “Ela vê defeitos em detalhes em vez de acertá-los na prática.”

2. Elas seguem a tendência (e não sua paixão)
Andrew Yang, um dos diretores do Ventury For America, instituição de ensino de empreendedorismo, tem percebido entre os jovens que há uma tendência de seguir as indústrias do momento, como a de tecnologia, em vez de seguir suas paixões. Isso porque eles são mais lógicos que emocionais - e esquecem que a satisfação é uma emoção necessária na vida profissional.

3. Elas param de tentar
As pessoas que cresceram profissionalmente por sua capacidade de pensar, muitas vezes, se tornam preguiçosas. “Elas não conseguem exercitar seus talentos naturais e, eventualmente, ficam para trás dos outros que, embora pareçam menos talentosos, eles persistiram até alcançar a perfeição”, disse o empresário Lee Semels ao site.

4. Elas subestimam habilidades sociais
Algumas pessoas inteligentes não percebem que o intelecto é apenas um elemento para alcançar o sucesso e que o bom networking é um pré-requisito no mundo corporativo. “Elas nunca tentam melhorar suas habilidades sociais ou aprendem a se auto-promover e até denigrem pessoas que se destacam nessa área.”

5. Elas sempre têm a razão
Ego e inteligência é uma combinação traiçoeira. Por se acharem mais inteligentes que a média, acreditam que estão sempre com a razão e acabam parecendo arrogantes. 

6. Elas equiparam educação com inteligência
Segundo a socióloga Liz Pullen, o diploma universitário influencia no julgamento do quanto uma pessoa é inteligente, inclusive entre as pessoas que estudaram em instituições renomadas. “Mas há inúmeros casos de pessoas que não se formaram academicamente, mas são mais qualificados por sua experiência no mundo real.” [Fonte: Yahoo]

terça-feira, 29 de abril de 2014

9 situações para usar a inteligência emocional a seu favor

Executivos conversando: influenciar e engajar pessoas são duas ações próprias de profissionais emocionalmente inteligentes
Atenção aos nervosinhos e ansiosos de plantão: a maneira como você lida com as emoções pode estar interferindo (muito negativamente) na sua vida profissional.
“A emoção é a base da decisão e da nossa reação ao futuro”, diz o psicólogo português Fernando Rodrigues que, em maio, participará do Neurobusiness Expo Forum, em São Paulo.
Ou seja, se a suas emoções não têm poder para determinar os solavancos do mercado de trabalho, elas tem capacidade de comandar as suas reações diante de adversidades, conflitos, negociações e decisões importantes na carreira.
Saber controlá-las, portanto, já é um grande passo para atingir o êxito profissional, segundo os especialistas. Mas como isso é possível? Confira como as pessoas de sucesso usam a inteligência emocional a seu favor no dia a dia de trabalho:
1 Para ter consciência de habilidades e pontos fortes e fracos
O autoconhecimento é um dos pilares da inteligência emocional. Carlos Aldan, especialista no assunto e CEO do Grupo Kronberg, diz que pessoas de sucesso (e emocionalmente inteligentes) têm consciência de suas habilidades, pontos fortes e fracos. “E se concentram nos fortes”, diz.
Além disso, percebem como os seus padrões emocionais afetam sua forma de pensar e de se comportar e também as pessoas a sua volta.
2 Para ser mais eficiente
Aldan aponta ainda a relação entre inteligência emocional e resultados financeiros. Segundo o especialista, por se conhecer e se focar em seus pontos fortes, tais pessoas tendem a ser mais eficazes, geram mais resultados e conseguem atingir as metas propostas. 
3 Para se conectar com pessoas
Criar (e gerir) relacionamentos profissionais duradouros exige ajustes constantes. Pessoas de sucesso geralmente sabem disso, segundo Aldan. “Elas desenvolvem empatia”, explica.
4 Para ter poder de influência
Influenciar e engajar pessoas são duas ações próprias de profissionais emocionalmente inteligentes. Segundo Aldan, eles atuam de forma colaborativa e, assim, conseguem motivar colegas, chefes e subordinados.
5 Para entender que nenhuma situação ruim é eterna
Perceber que uma crise é temporária é essencial para atravessar uma fase desagradável sem surtar. Quem é emocionalmente inteligente tem esta postura mais otimista face às adversidades, segundo Aldan.
 6 Para não deixar que crises extrapolem a outros domínios da vida
Quantas vezes um péssimo dia no trabalho afetou negativamente a sua noite em casa? Deixar que a crise na empresa reverbere na sua vida pessoal só vai aumentar o campo de frustração.
“Pessoas emocionalmente inteligentes não deixam que crises extrapolem para outros domínios da sua vida”, diz Aldan.
7 Para dar um novo significado ao imutável
Agir para mudar o que é passível de ser alterado e ressignificar o imutável são dois comportamentos que revelam “sofisticação” emocional. 
“Não posso mudar e melhorar o trânsito de São Paulo, mas posso mudar minha atitude em relação ao tempo em que passo nele”, explica Aldan.
Em vez de passar uma hora irritado com o congestionamento, ele prefere usar o tempo para fazer ligações e ler livros, por exemplo. “É a mesma hora, mas minha perspectiva sobre ela mudou”, diz.
8 Para criar mecanismos que alterem estados mentais
“O grande desafio é entender que não existe razão sem emoção”, diz Fernando Rodrigues. Este é o “pulo do gato” para usar a gestão emocional a seu favor.
Na maior parte das vezes, diz ele, surgem justificativas cognitivas posteriores para as decisões tomadas sob influência de emoções. “Você racionaliza depois e justifica a ação”, concorda Aldan.
O especialista afirma que é preciso antecipar esta lógica. Uma medida para isso é, por exemplo, "procrastinar" a ação. Se o impulso é uma resposta atravessada, você se acalma antes de falar. Se está no trajeto para um dia difícil no trabalho, ouvir a música preferida pode dar uma dose extra de energia e motivação. E por aí vai. 
“Podemos criar mecanismos pessoais de apoio a decisões, como passar de estados de medo para estados de calma, passar de ansiedade para autocontrole, passar de estados de raiva para estados de empatia”, diz.
9 Para observar emoções alheias e ajustar suas atitudes
Entender as emoções dos outros e ajustar a sua reação a elas é também domínio da gestão emocional, diz Fernando Rodrigues.
“Saber observar as expressões emocionais de outras pessoas pode aumentar nossa capacidade de negociação e melhorar a tomada de decisão”, afirma Rodrigues. [Fonte: Info]

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Franquias para abrir em casa

Na era da internet - em que foram multiplicadas as oportunidades e eliminadas as distâncias -, abrir uma franquia em casa tornou-se uma possibilidade real - uma prerrogativa comum, mas de sucesso em muitos casos.

A grande vantagem de um negócio assim é unir a opção de um capital menor (algo mais acessível) à segurança de uma marca já aprovada. Outras vantagens para os detentores das chamadas franquias domésticas, além da autonomia conquistada, são a flexibilidade de horários e a redução dos custos fixos.

Mas também há uma obrigação determinante para quem deseja instalar uma franquia em casa: a necessidade de dedicação, pois, mesmo gerindo o próprio negócio no conforto de seu lar, o franqueado precisa ter a disciplina de horários estabelecidos: há flexibilidade na administração do tempo, mas também a necessidade de firmeza na montagem de um cronograma de trabalho. Outro requisito para o futuro franqueado, em diversos modelos de negócio, é uma ampla carteira de clientes.
O panorama hoje no Brasil
De acordo com o consultor da área Marcus Rizzo - da Rizzo Franchise -, esse mercado deverá alcançar muito crescimento. Para ele, dois fatores favorecem a expansão: a evolução das soluções do mundo digital e o questionamento cada vez maior da empregabilidade. Rizzo diz ainda: "Estas franquias oferecem soluções móveis e permitem a diminuição de custos de possuir lojas ou escritórios".
Por que é interessante abrir uma franquia em casa
O Yahoo Finanças também perguntou a Marcus Rizzo quais seriam as principais vantagens de se abrir uma franquia em casa ou home-based. E ele apresentou um quadro esquemático com alguns benefícios potenciais de um negócio nesses moldes:
- Investimento financeiro menor - Franquias home-based economizam em custos indiretos, tais como a construção de instalações ou aluguel do prédio, escritório, taxas etc.
- Os custos para uma franquia doméstica tendem a ser menores, mas sempre há despesas que devem ser consideradas, como:
· Serviços específicos oferecidos e as ferramentas para prestar estes serviços;
. Alterações necessárias para converter o espaço em casa para espaço de trabalho;
. Custos de licenças do negócio;
. Despesas com veículos.
- Menos investimento de tempo - Uma franquia home-based permite que o franqueado possa controlar melhor o seu tempo e as atividades, de forma a encaixar em sua rotina outras prioridades pessoais.
Desafios potenciais de uma franquia home-based
Muitos dos benefícios de uma franquia home-based podem, por outro lado, ser considerados desafios. Assim, é preciso considerar fatores como:
- Flexibilidade de horários - Não ter a obrigatoriedade e disciplina de quem administra uma loja com funcionários exige autocontrole para ignorar distrações diárias e se concentrar em seu negócio durante o dia;
- Capacidade de multitarefas - Franqueados de um negócio com base em casa devem estar preparados para assumir o papel de presidente, secretário, gerente de escritório e atendimento ao cliente, ao mesmo tempo e com grande versatilidade;
- Base de apoio do franqueador - Este deve oferecer aconselhamento e orientação em todos os aspectos da operação, o que é de valor inestimável para os novos franqueados prosperarem;
- Manter o trabalho e a vida - Um desafio para franqueados saberem fazer a distinção adequada entre as obrigações profissionais e as pessoais;
- Isolamento - franquias home-based tendem a isolar o franqueado, que deve considerar a importância de envolver outros na atividade.
O leque de tipos e investimentos
Segundo Marcus Rizzo, há uma variedade de franquias home-based de áreas de planejamento de eventos, limpeza, atendimento ao idoso, tutoria, ensino e muitas outras.  "Minha recomendação é que o candidato não busque a franquia por indicação ou mesmo como uma simples oportunidade de investimento, mas que busque um negócio com o qual ele se identifique - aquele negócio com o qual ele terá que viver, conviver pelo menos nos próximos dez anos de sua vida, todos os dias", aconselha.
Quanto custam algumas franquias home-based
Veja algumas oplões de franquias home-based:
- Auto SPA Express
Rede de franquias voltada para lavagem / conservação de carros, abrangendo serviços como lavagem ecológica, espelhamento de pintura, polimento técnico, hidratação de bancos de couro, higienização interna etc. A operacionalização administrativa do negócio pode ser feita no sistema home-based, já que se trata de uma franquia com atendimento em domicílio.
Investimento inicial: em torno de R$ 10 mil (cobrança de royalties no valor de um salário mínimo mensal, além de R$ 100 mensais de taxa de publicidade).
Mais informações aqui.
- Fácil Aprender
A franquia tem como foco a capacitação on-line. Mais de 100 cursos on-line podem ser vendidos pela Internet ou pessoalmente, de modo que o franqueado não necessita de um ponto comercial propriamente dito, podendo inclusive ir até o cliente. A rede divulga a marca de mais de 650 mil profissionais treinados. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising - ABF, o segmento em foco é um dos mais lucrativos deste século.
Investimento inicial: R$ 15 mil, com lucrabilidade em torno de 65% de margem de lucro por cada curso comercializado. Retorno em 12 meses.
Mais informações aqui.
Bye Bye Paper
A rede oferece serviços de soluções em digitalização e gerenciamento eletrônico de documentos. Esta franquia pode operar plenamente em sistema home-based, já que os arquivos de trabalho são disponibilizados em servidores que podem ser acessados de qualquer lugar. O franqueado necessita, inicialmente, de um telefone, dispositivo para digitalização de documentos e aparato para contratar um assistente.
Investimento inicial: a partir de R$ 20 mil (com inclusão das taxas de franquia e de instalação, além do capital de giro). Retorno de 9 a 18 meses. Faturamento bruto mensal entre R$ 4 mil e R$ 9 mil (lucro de 60% do faturamento do mês).
Mais informações aqui.
Sr. Computador
Fundada pelos empresários brasileiros Gustavo Freitas (especialista no segmento de franchising) e Rogério Mendes (com know-how na área de Tecnologia), esta franquia, como mostra o nome, é voltada à manutenção de computadores. Sua dinâmica permite a instalação de unidades em casa (home-based) ou em pontos comerciais específicos.
Investimento inicial: R$ 27,5 mil / Lucro mensal em torno de R$5 mil (retorno em até 12 meses).
Mais informações aqui.
- Home Angels
De acordo com o portal oficial da Home Angels - pertencente ao Grupo Zaiom, líder no segmento de microfranquias no Brasil -, seu foco principal volta-se para um mercado nacional que até 2020 terá 31 milhões de idosos. Precursora no setor de cuidadores de pessoas no país, a Home Angels atende - além de idosos limitados fisicamente e precisando de companhia - pacientes em recuperação cirúrgica, portadores de Alzheimer e Parkinson, vítimas de acidentes, portadores de necessidades especiais, gestantes, mães recentes e recém-nascidos. Os franqueados - que podem ser de profissionais da saúde a empreendedores unicamente - são treinados para a seleção e o treinamento de sua equipe de cuidadores. A franquia, principalmente em seu primeiro ano de existência, pode ser operacionalizada no modelo home-based.
Investimento inicial: entre R$ 20 mil e R$ 30 mil basicamente, podendo variar os valores de acordo com a localidade escolhida e o tamanho da franquia. Retorno previsto entre 18 e 36 meses para uma franquia lucrativa. Possibilidade de rentabilidade líquida acima de R$20 mil mensais.
Mais informações aqui.
- Home Depil
Também do Grupo Zaiom, esta franquia tem atuação no mercado de fotodepilação e estética. Utiliza técnicas e equipamentos (portáteis) de última geração, em voga na Europa e nos Estados Unidos. Funciona tanto na modalidade home-based como em pontos comerciais. A rede oferece treinamento ao franqueado e sua equipe, na orientação para a realização de procedimentos como depilação, limpeza de pele facial, drenagem linfática, massagem redutora etc. Segundo informações de conhecedores da área, o ramo de estética possui estatísticas altas no Brasil, que alcançou o posto de terceiro maior mercado de produtos de beleza, depois de Estados Unidos e do Japão. Daí os elevados lucros obtidos no segmento.
Investimento inicial: a partir de R$ 20 mil (já com inclusão da taxa de franquia e do capital de giro). Gastos iniciais com equipamentos: R$ 5 mil. É previsto um faturamento médio mensal em torno de R$ 19.000 (lucro médio em torno de 30 a 40% do faturamento do mês), num prazo de retorno estimado entre 6 e 18 meses.
Mais informações aqui.
- House Shine
Originária da Europa, a empresa é a nº 1 no Brasil no setor: limpeza profissional residencial e comercial, com técnicas próprias e equipamentos de tecnologia avançada. A rede possui mais de duzentas franquias comercializadas. Uma sede do tipo operação home-based é plenamente viável, necessitando apenas o franqueado possuir estrutura básica para o atendimento dos clientes.
Investimento inicial: R$ 68 mil (retorno em até 24 meses).
Mais informações aqui.
- ERA - Expense Reduction Analysts
Própria para executivos, é exclusiva no gênero no país; trata-se de uma franquia de consultoria de redução de gastos para empresas. A ERA - criada há 11 anos - é de origem inglesa, havendo chegado em 2004 ao Brasil. Seu funcionamento permite que o franqueado tenha a casa plenamente como base, apenas agendando reuniões em empresas e, em tais ocasiões, siga o padrão de terno e gravata de um executivo convencional em expediente.
Investimento inicial: R$ 125 mil / Faturamento médio mensal de R$15 mil.
Mais informações aqui.
[Fonte: Yahoo]

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como estimular e aumentar a criatividade

Todos os dias é necessário ser criativo para lidar com diversas situações: quando falta dinheiro muitas pessoas investem em novas formas para sair do "sufoco", quando se está entediado é normal inventar mil coisas para fazer, quando a dispensa está vazia você cria um prato novo com aquilo que tem, quando quer agradar alguém - de forma inusitada - pensa em diversas opções para alcançar o objetivo.


Percebe como a criatividade faz parte das nossas vidas?! Não se considera criativo? Tudo bem. Esta "habilidade" pode aumentar com o uso. Isso mesmo, reservar alguns minutinhos do seu dia para exercitar a criativade já é o bastante para estimulá-la.
Para ajudarmos a entender melhor, o Yahoo conversou com a Gisela Kassoy, especialista em Criatividade e Inovação. Confira a seguir:
  • A criatividade realmente pode ser estimulada?
A criatividade pode ser estimulada e as formas de se tornar mais criativo podem inclusive ser aprendidas. Imagine a criatividade como uma competência, tal qual saber dançar: Todos nascem com um potencial, uns mais, outros menos. Existe também a técnica. Na dança, há posturas, passos e movimentos específicos. Para criar existem vários instrumentos que podem ser aprendidos, tanto para geração como para avaliação e seleção de ideias. Finalmente, há o ambiente, é difícil dançar sem uma boa música, num espaço exíguo e com pessoas olhando e criticando. Da mesma forma, o espaço físico, a demanda e principalmente a atitude das pessoas em nossa volta podem ou não estimular a criatividade.
  • Quais são os benefícios de ser criativo?
Além de ter mais ideias, pessoas criativas são mais flexíveis, têm mais facilidade em aceitar ideias alheias e lidar com mudanças. Ou seja, estão mais capacitadas a lidar com um mundo onde inovar é obrigatório, onde as mudanças são contínuas e onde há muitos problemas a serem resolvidos.
  • Como as empresas valorizam a criatividade atualmente?
As empresas valorizam essa competência cada vez mais, e estão preocupadas em desenvolver testes para avaliar o potencial de candidatos, fornecem seminários sobre o tema e estão flexibilizando as estruturas hierarquizadas para facilitar o aproveitamento das ideias de todos os colaboradores. Outra característica do cenário atual é que a geração de ideias e a realização de inovações são vistas como processos "colaborativos", nos quais as ideias são construídas coletivamente.
  • Quais são as características de pessoas muito criativas?
Se usarmos o conceito do pesquisador inglês Michael Kirton, podemos dividir a criatividade em dois tipos: a adaptadora (das pequenas coisas dentro da conformidade) e a inovadora (das grandes ideias que quebram paradigmas e trazem mudanças efetivas).
Assim, há as que usam a criatividade para se adaptar ao mundo e tendem a gerar inovações incrementais e há as que mudam o mundo, que tendem a gerar inovações radicais.
Encontramos pessoas altamente criativas dos dois tipos, mas suas características são bem diferentes. Aqueles que chamamos de gênio, com comportamentos realmente diferenciados estão mais próximas da criatividade que Kirton chamou de inovadora, mas há pessoas com essas características que não são realmente geniais, assim como há pessoas sem nenhuma característica específica que são altamente criativas.
  • Quais as atitudes que sabotam a criatividade?
A pior é a censura. Existem até listas de frases assassinas, como por exemplo, "isso não vai dar certo", que comprovadamente interrompem o processo criativo. Não que não deva haver julgamento, ele deve existir sim, mas depois que muitas ideias tenham fluído livremente.
A rotina também atrapalha a fluidez criativa, ela faz com que o cérebro congele, sempre com as mesmas percepções e ideias. Por isso é tão importante sair da rotina.
Exercícios para estimular a criatividade
Gisela apresentou três dicas de exercícios, que podem ser realizados diariamente a fim de estimular a criatividade:
  1. Fazer alguma coisa de forma diferente, inclusive algum hábito que envolva uma ação, como escovar os dentes com a mão que não costuma usar.
  2. Outro exercício é forçar a mente a gerar pelo menos três alternativas para qualquer tipo de solução.
  3. Associar palavras, ações ou fatos que aparentemente não tem nada a ver um com o outro visando criar algo novo, como por exemplo, combinar "sofá com garrafa" e criar um sofá que já venha com um apoio onde um copo ou garrafa podem ser acomodados.
Conforme o trabalho que é desenvolvido pelo site "Oficina Criativa", as atividades como pintar e desenhar, mesmo que sejam habituais elas sempre vão exigir concentração e um "fluir de ideias", sendo, portanto, um ótimo exemplo de exercício que estimula essa competência.
Atualmente, como exemplo do quanto à criatividade traz grandes oportunidades, são as companhias Startups - empreendimento voltado para pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras -, as Crowdsourcing - modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários para resolver problemas, criar conteúdo e soluções.
Sendo assim a criatividade é passível de ser melhorada a cada dia, e ao nosso favor, seja para resolução de problemas simples ou para a geração de grandes ideias.[Fonte: Yahoo]
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